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Lorena/SP 2024 - Técnico em Radiologia - Conhecimentos Gerais

Instituto Avança-SP - Língua Portuguesa, Matemática/RLM e Informática - questões 1 a 20

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Ano: 2024

Banca: Instituto Avança-SP

Órgão: Prefeitura Municipal de Lorena/SP

Prova: Técnico em Radiologia - Conhecimentos Gerais

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Foram encontradas 20 questões

1

Ano: 2024

Banca: Instituto Avança-SP

Órgão: Prefeitura Municipal de Lorena/SP

Prova: Técnico em Radiologia - Conhecimentos Gerais

TEXTO Leia o texto para responder às questões de 1 a 5. Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS). Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Cèu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu. Desafio à cosmologia Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “è fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esfèricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a 6YmQ3Yzo5MDJj:TW9uLCAwNiBKdWwgMjAyNiAxNDozMjo1OSAtMDMwMA==/2023 INSTITUTO AVANÇA-SP forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra. Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Cèu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matèria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora. Revista Galileu. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml Considere o excerto: “Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esféricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação”. No contexto apresentado, o sentido que a locução “no entanto” exprime em relação ao fato declarado na sentença precedente é:

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Ano: 2024

Banca: Instituto Avança-SP

Órgão: Prefeitura Municipal de Lorena/SP

Prova: Técnico em Radiologia - Conhecimentos Gerais

TEXTO Leia o texto para responder às questões de 1 a 5. Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS). Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Cèu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu. Desafio à cosmologia Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “è fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esfèricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a 6YmQ3Yzo5MDJj:TW9uLCAwNiBKdWwgMjAyNiAxNDozMjo1OSAtMDMwMA==/2023 INSTITUTO AVANÇA-SP forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra. Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Cèu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matèria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora. Revista Galileu. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml Considere o excerto: “Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra.” O vocábulo “embora”, que ocorre no contexto apresentado, exprime valor concessivo. A expressão de valor equivalente pela qual a conjunção poderia ser substituída, sem requerer outras modificações na sentença, é:

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Ano: 2024

Banca: Instituto Avança-SP

Órgão: Prefeitura Municipal de Lorena/SP

Prova: Técnico em Radiologia - Conhecimentos Gerais

TEXTO Leia o texto para responder às questões de 1 a 5. Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS). Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Cèu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu. Desafio à cosmologia Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “è fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esfèricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a 6YmQ3Yzo5MDJj:TW9uLCAwNiBKdWwgMjAyNiAxNDozMjo1OSAtMDMwMA==/2023 INSTITUTO AVANÇA-SP forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra. Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Cèu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matèria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora. Revista Galileu. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml No excerto “isso porque ela è muito grande e não è esfèrica”, o pronome pessoal retoma o referente designado por:

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Ano: 2024

Banca: Instituto Avança-SP

Órgão: Prefeitura Municipal de Lorena/SP

Prova: Técnico em Radiologia - Conhecimentos Gerais

TEXTO Leia o texto para responder às questões de 1 a 5. Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS). Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Cèu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu. Desafio à cosmologia Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “è fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esfèricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a 6YmQ3Yzo5MDJj:TW9uLCAwNiBKdWwgMjAyNiAxNDozMjo1OSAtMDMwMA==/2023 INSTITUTO AVANÇA-SP forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra. Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Cèu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matèria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora. Revista Galileu. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml Considere o excerto: “Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos”. No contexto dado, o termo regido pelo verbo “ultrapassa” è:

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Ano: 2024

Banca: Instituto Avança-SP

Órgão: Prefeitura Municipal de Lorena/SP

Prova: Técnico em Radiologia - Conhecimentos Gerais

TEXTO Leia o texto para responder às questões de 1 a 5. Megaestrutura cósmica com formato de anel desafia teorias sobre o universo Estrutura localizada a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra, perto da constelação de Boötes, ultrapassa o limite de tamanho considerado teoricamente viável no cosmos Astrônomos descobriram uma megaestrutura cósmica em formato de anel que desafia as teorias existentes sobre o universo. O chamado "Grande Anel no Céu" ("Big Ring on the Sky") aparece como um enorme crescente de galáxias quase simétrico e tem dimensões inimagináveis: seu diâmetro é de cerca de 1,3 bilhão de anos-luz e sua circunferência mede aproximadamente 4 bilhões de anos-luz. A descoberta foi apresentada em 10 de janeiro por Alexia Lopez, doutoranda da Universidade de Lancashire Central (UCLan), no Reino Unido, na 243ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS). Em 2021, Lopez já havia detectado outra megaestrutura: o “Arco Gigante no Cèu” (Giant Arc on the Sky). Com 3,3 bilhões de anos-luz de largura, este achado está na mesma vizinhança cosmológica do Grande Anel no Céu, que fica a 9,2 bilhões de anos-luz da Terra. Ambas as megaestruturas são vistas à mesma distância, no mesmo tempo cósmico, e estão separadas em apenas 12 graus no nosso céu. Desafio à cosmologia Nenhuma das duas estruturas ultragrandes “è fácil de se explicar em nossa compreensão atual do universo”, segundo Lopez conta em comunicado. A cientista supôs que o Grande Anel possa estar relacionado às Oscilações Acústicas de Bárions (BAOs, na sigla em inglês). Segundo ela, esses padrões “surgem de oscilações no início do universo e hoje deveriam aparecer, pelo menos estatisticamente, como cascas esfèricas na disposição das galáxias”. No entanto, sua análise do Grande Anel revelou que a estrutura não condiz com essa explicação; isso porque ela é muito grande e não é esférica. Embora lembre um anel quase perfeito, Lopez descobriu que o Grande Anel no Céu tem mais a 6YmQ3Yzo5MDJj:TW9uLCAwNiBKdWwgMjAyNiAxNDozMjo1OSAtMDMwMA==/2023 INSTITUTO AVANÇA-SP forma de uma bobina, como um parafuso, alinhada de frente para a Terra. Tanto o “anel” quanto o Arco Gigante no Cèu desafiam o Princípio Cosmológico devido aos seus tamanhos. Este princípio assume que o universo que podemos enxergar é uma "amostra justa" do que esperamos que o restante dos cosmos seja, segundo explica a pesquisadora. “Esperamos que a matèria seja distribuída uniformemente em todo o espaço quando vemos o universo em grande escala, então não deveria haver irregularidades perceptíveis acima de um certo tamanho”, conta Lopez. O limite teórico atual de tamanho estimado por cientistas é de 1,2 bilhão de anos-luz. Mas o Arco Gigante é quase três vezes maior que isso e a circunferência do Grande Anel é comparável ao comprimento do arco. Como as duas estruturas ultragrandes estão muito próximas uma da outra, é possível que elas formem juntas um sistema cosmológico ainda mais extraordinário, conforme a pesquisadora. Revista Galileu. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2024/01/megaestrutura-cosmica-comformato-de-anel-desafia-teorias-sobre-ouniverso.ghtml Analise as palavras apresentadas a seguir, que ocorrem no texto, quanto aos elementos mórficos que as constituem. Assinale aquela que apresenta um sufixo derivacional formador de advérbios de modo na língua portuguesa.

6

Ano: 2024

Banca: Instituto Avança-SP

Órgão: Prefeitura Municipal de Lorena/SP

Prova: Técnico em Radiologia - Conhecimentos Gerais

Considere o excerto: “Mauro estava hirto. O rapaz tentava lidar com a notícia que acabava de receber.” Nesse contexto, o significado da palavra em destaque é o mesmo de:

7

Ano: 2024

Banca: Instituto Avança-SP

Órgão: Prefeitura Municipal de Lorena/SP

Prova: Técnico em Radiologia - Conhecimentos Gerais

Assinale a alternativa em que o emprego do acento indicativo de crase está incorreto.

8

Ano: 2024

Banca: Instituto Avança-SP

Órgão: Prefeitura Municipal de Lorena/SP

Prova: Técnico em Radiologia - Conhecimentos Gerais

Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que não ocorre desvio ortográfico.

9

Ano: 2024

Banca: Instituto Avança-SP

Órgão: Prefeitura Municipal de Lorena/SP

Prova: Técnico em Radiologia - Conhecimentos Gerais

Analise as sentenças a seguir e assinale aquela em que a palavra meio ocorre como substantivo.

10

Ano: 2024

Banca: Instituto Avança-SP

Órgão: Prefeitura Municipal de Lorena/SP

Prova: Técnico em Radiologia - Conhecimentos Gerais

Assinale a alternativa em que a palavra destacada pertence à classe gramatical de advérbio.

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